Descontentamento dos Americanos com as Políticas Econômicas e de Fronteiras do Governo atual

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Menos da metade dos eleitores, em uma nova pesquisa realizada pela NBC News e divulgada recentemente, aprova o desempenho do presidente Donald Trump e sua gestão em questões importantes. Essa situação se destaca como o mais recente de uma série de levantamentos desfavoráveis para Trump, que se aproxima dos 100 dias de seu mandato. Com um cenário de insatisfação crescente, surge a pergunta: qual será o impacto disso nas próximas eleições?

A Linha do Tempo

27 de abril – Uma pesquisa da NBC News revelou que 55% dos americanos desaprovam a gestão de Trump, enquanto 45% aprovam, apresentando uma margem de erro de 2,2 pontos. Além disso, 60% dos entrevistados acreditam que os EUA estão no caminho errado, com desaprovação significativa em questões como imigração, economia e comércio.

25-12 de abril – Em uma pesquisa do New York Times/Siena, Trump obteve 42% de aprovação e 54% de desaprovação. A maior parte dos eleitores rejeita sua gestão em áreas críticas, como economia, imigração e conflitos externos.

23-19 de abril: O Pew Research Center constatou que 59% dos 3.589 entrevistados desaprovam o desempenho de Trump, uma queda significativa de sete pontos na taxa de aprovação desde fevereiro. A confiança do público em sua gestão permanece baixa.

23-11 de abril: A pesquisa Reuters/Ipsos apontou que 53% dos entrevistados desaprovam Trump, uma queda acentuada desde o início de seu segundo mandato. A gestão da economia, em particular, recebeu críticas severas, com 51% desaprovando.

23-30 de abril: Uma pesquisa da Harvard Kennedy School revelou que 61% dos jovens adultos desaprovam Trump. Entre os eleitores jovens, as preocupações financeiras se destacam, com 42% acreditando que Trump prejudicará suas finanças pessoais.

13-23 de abril: Em pesquisa Economist/YouGov, 54% desaprovam a condução de Trump, refletindo uma queda na aprovação em relação a pesquisas anteriores.

10-16 de abril: A pesquisa Economist/YouGov revelou que 52% desaprovam Trump, enquanto 42% aprovam, indicando uma tendência negativa em sua popularidade.

7-14 de abril: Trump atingiu sua pior taxa de aprovação, com 46% aprovando e 52% desaprovando, um reflexo das crescentes insatisfações populares com sua gestão.

2-8 de abril: A pesquisa da Faculdade de Direito de Marquette indicou que 46% dos entrevistados aprovavam Trump, com uma aprovação líquida de -5 em questões comerciais.

O Fato Surpreendente

Um dado notável é que a parcela de eleitores que se identificam com o movimento “Make America Great Again” aumentou significativamente durante o segundo mandato de Trump, subindo para 36%, em comparação com 23% em pesquisas anteriores. Essa tendência sugere que, apesar das críticas, uma base sólida ainda apoia o ex-presidente.

O Que Outras Pesquisas Mostram Sobre as Tarifas de Trump?

Segundo pesquisa da Reuters/Ipsos, menos da metade dos americanos apoia tarifas universais, mas muitos favorecem tarifas direcionadas a países que “se aproveitam” do sistema comercial. A pesquisa revelou que 76% apoiam tarifas contra esses países, apesar da compreensão limitada do público sobre o tema.

Número Relevante

45% é a média de aprovação de Trump até agora em seu segundo mandato, superior à média de 41% durante seu primeiro mandato, mas inferior à de outros presidentes pós-Segunda Guerra Mundial.

Qual Era a Aprovação de Biden Neste Ponto de Seu Mandato?

57% era a média de aprovação de Biden nas três primeiras semanas de abril de 2021, um contraste acentuado com a situação atual de Trump.

O Contexto

O presidente Trump anunciou novas tarifas sobre todos os parceiros comerciais dos EUA em 2 de abril, o que provocou queda nos mercados e gerou críticas de aliados empresariais. Essa medida, que parecia uma estratégia política, rapidamente tornou-se uma fonte de controvérsia, com consequências diretas sobre a economia e a percepção pública de sua presidência.

Com os seus primeiros meses marcados por escândalos e polêmicas, incluindo a gestão de conflitos internacionais, Trump enfrenta um desafio complexo para recuperar a confiança do eleitorado, que parece cada vez mais cético em relação à sua liderança.

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