Galaxy S III no Brasil fica de fora da atualização para KitKat devido à limitação de RAM

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Lançado no Brasil em junho de 2012, o modelo internacional do Galaxy S III (GT-I9300) não receberá a atualização para o Android 4.4 KitKat por falta de memória. Com 1 GB de RAM, o aparelho não possui hardware suficiente para fornecer uma boa experiência de uso, de acordo com a Samsung. A atualização ficará restrita ao Galaxy S III 4G, que chegou ao país seis meses depois, e ao modelo americano, que possuem o dobro de memória.

A informação foi confirmada oficialmente pela Samsung. Na quarta-feira (7), o SamMobile publicou um documento vazado que apontava que a atualização para o modelo GT-I9300 “foi cancelada devido a problemas não resolvidos”. Um suposto relatório enviado a desenvolvedores indicava que não foi possível integrar com sucesso os aplicativos da Samsung e a interface TouchWiz.

“As versões 3G do Galaxy S III e S III mini são equipadas com 1 GB de RAM, o que não lhes permite receber a atualização da plataforma de maneira eficiente”, de acordo com o comunicado da Samsung liberado nesta quinta-feira (8). Por conta dessa limitação de hardware, os aparelhos “não poderão receber a atualização e ao mesmo tempo continuar proporcionando a melhor experiência para o consumidor.”

O Galaxy S III foi lançado no Brasil há dois anos por 2.099 reais com o Android 4.0.4 Ice Cream Sandwich e hoje está no 4.3 Jelly Bean. A notícia até causou surpresa, já que o Android 4.4 KitKat ganhou melhorias de desempenho para rodar bem em aparelhos de baixo custo, com 512 MB de RAM. Pelo visto, o dobro disso não é suficiente para rodar o KitKat junto com os vários aplicativos instalados de fábrica nos aparelhos da Samsung.

Mesmo sendo antigo, o Galaxy S III tem hardware de respeito: processador quad-core Exynos 4412 de 1,4 GHz, 1 GB de RAM, 16 GB de armazenamento interno (com entrada para microSD de até 64 GB), tela Super AMOLED de 4,8 polegadas com resolução de 1280×720 pixels, câmera de 8 megapixels com filmagem em 1080p e bateria de 2.100 mAh. Para quem faz questão do KitKat, o jeito será apelar para uma ROM alternativa, como o CyanogenMod.

O problema da limitação de hardware também se aplica ao Galaxy S III mini, que traz os mesmos 1 GB de RAM, mas processador mais simples, um NovaThor U8420 dual-core de 1 GHz, a metade do armazenamento interno e uma tela menor, de 4 polegadas. Nesse caso, a falta da atualização para o KitKat é mais um banho de água fria para os proprietários: o aparelho não havia nem sequer recebido o Android 4.3.

A versão 4G do Galaxy S III (GT-I9305) deve receber a atualização, que está em fase de testes. A única diferença, além do suporte ao LTE, é a RAM, que vai para 2 GB. Os outros componentes, como bateria e processador, são os mesmos. O modelo foi lançado no Brasil em dezembro de 2012 já com o Android 4.1 Jelly Bean, por um preço ligeiramente maior ao da versão sem 4G: 2.399 reais.

Impactos da Atualização e Alternativas para o Galaxy S III

A decisão da Samsung de não atualizar o Galaxy S III GT-I9300 para o Android 4.4 KitKat pode ter impactos negativos na experiência do usuário. Muitos proprietários esperam atualizações que tragam melhorias de desempenho e novidades. A exclusão desse modelo da atualização pode levar alguns consumidores a considerar alternativas.

Por um lado, o Galaxy S III continua a ter um desempenho aceitável para tarefas cotidianas, mas a falta de acesso às novas funcionalidades do KitKat pode fazer com que o aparelho pareça defasado em comparação com smartphones mais novos. Além disso, a instabilidade no funcionamento de aplicativos mais exigentes pode se tornar um fator de preocupação para usuários que buscam um aparelho mais robusto.

Uma das alternativas viáveis para aqueles que desejam experimentar o KitKat no Galaxy S III GT-I9300 é a instalação de ROMs personalizadas, como o CyanogenMod. Essas ROMs são desenvolvidas pela comunidade e proporcionam a experiência do Android mais recente, além de outras funcionalidades que não estão disponíveis na versão original do sistema operacional. Apesar de necessitarem de um certo grau de conhecimento técnico, elas podem oferecer uma solução para extensões de software e novos recursos.

Galaxy S III e suas Especificações Técnicas

Para entender melhor a situação do Galaxy S III, é essencial considerar suas especificações técnicas. O processador quad-core Exynos 4412 é uma peça poderosa para a época e ainda consegue lidar com várias tarefas simultaneamente. Contudo, a limitação de 1 GB de RAM se torna evidente em cenários mais exigentes, especialmente com a evolução constante dos aplicativos.

  • Processador: Exynos 4412 quad-core 1,4 GHz
  • Memória RAM: 1 GB
  • Armazenamento interno: 16 GB, expansível com microSD de até 64 GB
  • Tela: Super AMOLED de 4,8 polegadas com resolução 1280×720 pixels
  • Câmera: 8 megapixels com filmagem em 1080p
  • Bateria: 2.100 mAh

A combinação de hardware e software do Galaxy S III estabeleceu um grande padrão em smartphones e gerou muitas boas avaliações na época de seu lançamento. Contudo, com as demandas crescentes dos aplicativos e jogos modernos, sua capacidade se torna limitada, levando muitos usuários a buscar alternativas de dispositivos mais atualizados.

Cabe mencionar que o Galaxy S III 4G (GT-I9305) oferece uma leve vantagem nessa questão, já que sua RAM de 2 GB permite uma melhor performance e suporte a atualizações. As perspectivas de usuários que procuram um aparelho de última geração podem facilmente se sentir desiludidas, considerando as limitações do modelo GT-I9300.

A Indústria de Smartphones e as Atualizações de Software

A questão das atualizações é um tópico recorrente na indústria dos smartphones. Muitas vezes, novos sistemas operacionais são lançados com o intuito de melhorar a segurança e proporcionar uma melhor experiência ao usuário. Contudo, nem todos os aparelhos conseguem acompanhar essa evolução.

As atualizações de software são parte importante da experiência do usuário, especialmente quando falamos sobre segurança. Aparelhos que ficam sem suporte podem se tornar vulneráveis a ameaças e ataques cibernéticos. Portanto, é uma realidade que muitos usuários precisam encarar ao decidirem continuar com dispositivos mais antigos.

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Em muitos casos, os consumidores acabam optando por marcas conhecidas por oferecer um suporte mais longo, garantindo que seus aparelhos sejam atualizados por períodos mais extensos. Além disso, vale a pena ficar atento às atualizações da interface do usuário e aos novos recursos que podem prolongar a vida útil do aparelho.

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