“Três Armadilhas que as Empresas Precisam Evitar”

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A falta de planejamento estratégico impede que o empreendedor analise a empresa de forma sistêmica e holística (funcionamento e desempenho da empresa como um todo), prejudicando o seu resultado e sustentabilidade. É através do planejamento estratégico que as empresas tomam decisões para o funcionamento do negócio. É claro que o planejamento estratégico não é estático, ou seja, o empresário deve está constantemente pesquisando, obtendo feedbacks de funcionários, analisando o ambiente e a empresa, visando a melhoria contínua. Muitas organizações utilizam a ferramenta ciclo PDCA (Plan -planejar, Do – fazer, Check – Verificar, Action – agir/corrigir/melhorar) para está sempre se aprimorando. Caso a empresa não adote o planejamento estratégico, poderá construir estruturas que não atendam a empresa na prática, na execução dos processos-chave, gerando prejuízo; ou não saber como agir (ou demorar para agir) em cenários mais críticos que afetem o negócio.

Não dar a devida atenção ao colaborador, pode gerar alta rotatividade de pessoal e absenteísmo, e isso prejudica o desempenho da organização. O funcionário (colaborador) é um dos interessados no negócio (stakeholder) e fornece sua mão de obra e capital intelectual para a empresa, e deve ser tratado como cliente interno da organização, pois o seu desempenho depende de sua motivação, sendo providenciadas as melhores condições de estrutura de trabalho; ambiente (relações profissionais); segurança do trabalho; saúde ocupacional; salários e benefícios; respeito às legislações, normas, acordos e convenções pertinentes; contratações assertivas (os objetivos do profissional devem está alinhados com os objetivos da empresa); ambientação à cultura organizacional; treinamentos adequados; educação corporativa; gestão do conhecimento; metas desafiadoras e realistas; crescimento profissional etc

Uma precificação inadequada pode fazer com que a empresa perca clientes para concorrentes diretos, ou não consiga o faturamento necessário para arcar com todos os custos, inclusive, com os custos fixos do negócio.

O empresário deve analisar os custos fixos e variáveis; a margem de lucro que deseja; o preço de venda que é praticado pelos concorrentes; os melhores fornecedores (a possibilidade de negociar lotes econômicos); as melhores formas de redução de custos, sem que isso prejudique a qualidade; o ponto de equilíbrio (quantidade de produtos que devem ser vendidos para que a empresa não tenha prejuízo), entre outros aspectos importantes.

É fundamental, também, que a organização elabore um orçamento (despesas, receitas e investimentos) e acompanhe a sua execução, visando manter a sua organização e saúde financeira.

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