Tenista foi eliminado na semifinal por Jannik Sinner, que enfrentará Alcaraz na disputa pelo título
Eliminado na semifinal de Roland Garros após uma batalha de mais de três horas contra Jannik Sinner, Novak Djokovic deixou em aberto a possibilidade de estar encerrando a carreira. Após a derrota de 3 sets a 0, ele disse não ter certeza se esta partida pode ter sido sua última participação no nobre torneio parisiense.
Dono de 24 títulos de torneios de Grand Slam, Djokovic questionou seu retorno a Roland Garros no próximo ano, quando terá 39 anos. Momentos após perder por 6/4, 7/5 e 7/6 (7/3), o sérvio aproveitou para baixar a bolsa e receber aplausos de todos os lados da quadra.
“Quer dizer, esta poderia ter sido a última partida que joguei aqui, então não sei. É por isso que fiquei um pouco mais emocionado até no final”, afirmou Djokovic. “Mas se esta foi a minha despedida de Roland Garros na carreira, foi maravilhoso em termos de atmosfera e do que recebi da torcida.”
A partida realmente foi bastante disputada. Ao término do duelo, ele beijou a mão depois da derrota e a colocou no saibro, como se estivesse se despedindo do torneio, onde foi tricampeão. Em seguida, pegou suas sacolas, olhou para as arquibancadas e seguiu em direção ao túnel.
“Se eu quero jogar mais? Sim, quero. Mas será que conseguirei jogar aqui em 12 meses? Sinceramente, eu não sei”, comentou Djokovic. “Eu disse que poderia ter sido minha última partida (aqui), mas não disse que seria.”
Na entrevista, Djokovic afirmou ainda que definitivamente pretende jogar em Wimbledon e no US Open, mas não tem certeza de seus planos para depois dessas competições.
A trajetória de Djokovic em Roland Garros
Novak Djokovic tem uma rica história em Roland Garros, que inclui várias memoráveis conquistas. O tenista sérvio conquistou o título do Grand Slam francês em três ocasiões: em 2016, 2021 e 2023. Sua habilidade em se adaptar ao saibro é admirável, embora a competição tenha se tornado cada vez mais acirrada.
Durante sua trajetória, Djokovic enfrentou diversos adversários renomados que fizeram parte de sua carreira. Além de Sinner, ele se destacou em duelos contra Rafael Nadal e Andy Murray, estrelas que também têm contendas memoráveis na quadra de saibro. A rivalidade entre Djokovic e Nadal, em especial, é considerada uma das mais emocionantes da história do tênis.
Outro aspecto relevante é a forma como Djokovic se prepara para os torneios. Sua dedicação ao treinamento físico e mental tem sido essencial para seu sucesso ao longo dos anos. Preparando-se para enfrentar desafios, ele sempre se mostrou resiliente, independentemente da fase de sua carreira.
Na histeria e emoção do torneio, a presença de Djokovic provoca reações intensas no público. A expectativa sobre seu desempenho a cada partida cria uma atmosfera eletrizante que os fãs não querem perder. Durante sua presença, ele constantemente se despede de momentos marcantes que fazem parte de sua jornada.
O que vem a seguir para Djokovic?
A inciativa de Djokovic de buscar mais competições é uma declaração do seu amor pelo esporte. Mesmo com a incerteza sobre a próxima participação em Roland Garros, seu foco permanece em Wimbledon e no US Open, dois torneios que fazem parte do calendário anual mais tradicional do circuito de tênis.
Com o approaching de Wimbledon, as expectativas aumentam para o que está por vir. Djokovic, um grande competidor, deve se preparar intensamente para o torneio em grama, onde seu histórico de títulos é igualmente impressionante. Em Wimbledon, ele é um favorito constante para a conquista, e a abordagem estratégica que acompanha seu estilo de jogo no saibro é muitas vezes adaptada para o estilo de jogo mais rápido e dinâmico da grama.
Além de Wimbledon, o US Open será outro teste importante que poderá comprovar as habilidades de Djokovic neste ano. A grande pergunta que persiste é: ele se retirará em breve ou continuará a brilhar em mais torneios? Essa incerteza faz parte da narrativa do esportista, levantando discussões sobre o legado e a carreira do tenista sérvio.
Independentemente do que venha a acontecer, a paixão de Djokovic pelo tênis é inegável. Sua presença nas quadras será sempre aguardada com grande expectativa e entusiasmo. A resiliência, habilidade e carisma são características que o tornam um ícone não apenas do esporte, mas da cultura contemporânea. Assim, enquanto aguardamos os próximos passos de Djokovic, muitas questões permanecem, fazendo dos seus atualidades e desafios algo fascinante de acompanhar.

